Símbolo de uma geração, um cantor que aos poucos conquistava seu legado dentro do universo musical do Brasil na década de 80, um rebelde exagerado, uma pessoa que colocava toda sua atitude e vida em letras bem construídas e cheias de intensidade, um poeta irreverente, uma força querendo gritar sobre forças, fraquezas dores e amores, esse foi - e ainda é - Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza.
Foi aos poucos que descobriu a paixão pela música como uma maneira de expor suas causas e conflitos. Antes de se tornar o cantor, Cazuza havia tentado fazer várias coisas, trabalhou em gravadoras como a som livre e interessou-se por fotografia e peças teatrais - demonstrando que sua alma desde o principio foi uma alma artística - mas foi cantando que realmente conseguiu descobrir-se. Com suas músicas recheadas de ritmos como blues, baladas e rocks juvenis causou grande impacto. Suas letras cheias de audácias, versos contemplando paixões e a acidez de um tempo mais duro, de solidões, ausências, mostrando as próprias dores que um país inteiro carregava. Teve CDs gravados inicialmente com a banda Barão Vermelho e depois em carreira solo, suas músicas de sucessos foram "Ideologia", "Bete balanço", "Todo o amor que houver nessa vida", "Codinome Beija-flor", "Exagerado", "O tempo não pára" entre outras. Marcando assim como uma figura inesquecível e inconfundível, tanto por sua música quanto por sua personalidade tão a flor da pele.
Foi aos poucos que descobriu a paixão pela música como uma maneira de expor suas causas e conflitos. Antes de se tornar o cantor, Cazuza havia tentado fazer várias coisas, trabalhou em gravadoras como a som livre e interessou-se por fotografia e peças teatrais - demonstrando que sua alma desde o principio foi uma alma artística - mas foi cantando que realmente conseguiu descobrir-se. Com suas músicas recheadas de ritmos como blues, baladas e rocks juvenis causou grande impacto. Suas letras cheias de audácias, versos contemplando paixões e a acidez de um tempo mais duro, de solidões, ausências, mostrando as próprias dores que um país inteiro carregava. Teve CDs gravados inicialmente com a banda Barão Vermelho e depois em carreira solo, suas músicas de sucessos foram "Ideologia", "Bete balanço", "Todo o amor que houver nessa vida", "Codinome Beija-flor", "Exagerado", "O tempo não pára" entre outras. Marcando assim como uma figura inesquecível e inconfundível, tanto por sua música quanto por sua personalidade tão a flor da pele.
Misturado com uma dose qualquer de bebida, gritos afinados, amores passageiros e uma vida breve, o que se deve saber é que sua música é eterna e atemporal, pois a verdade contida nelas fazem cada vez mais sentido.
Tornou-se então essa mistura interessante, fixando-se até hoje em dia como o maior poeta do rock nacional, e mais do que isso, tornou-se um ícone da época, e quebrando barreiras ainda alimenta o cenário musical com suas referências.
Morreu em 1990 de AIDS no Rio de Janeiro, mas continua intacto na memória de quem ouve suas músicas e sofre e sorri através de sua voz imortalizada.
Tornou-se então essa mistura interessante, fixando-se até hoje em dia como o maior poeta do rock nacional, e mais do que isso, tornou-se um ícone da época, e quebrando barreiras ainda alimenta o cenário musical com suas referências.
Morreu em 1990 de AIDS no Rio de Janeiro, mas continua intacto na memória de quem ouve suas músicas e sofre e sorri através de sua voz imortalizada.
Para ter uma ideia de como Cazuza agia e o que o levou a ser o que foi uma boa dica é assistir o filme dirigido por Sandra Werneck e Walter Carvalho em 2004: "Cazuza - O tempo não pára", mostrando a trajetória profissional e pessoal de Cazuza (interpretado por Daniel de Oliveira), além de seu comportamente transgressor e sua coragem de continuar e cantar a vida.

